Informação geral

Recomendações de Viagem

Passaportes & Visto

Adquira o seu visto antes de viajar para Moçambique.

Vai precisar de um passaporte com, pelo menos, 6 meses de validade à data de entrada no país e um mínimo de 4 folhas em branco.

Por favor dirija-se à Embaixada ou Consulado de Moçambique no seu país de origem de forma a obtê-lo porque não o poderá fazer à entrada no país. Recomenda-se ainda que faça um seguro de viagem.

O que trazer

A localização tropical de Nuarro assegura céus azuis, dias quentes e cheios de sol durante a maior parte do ano. Recomendamos que os hóspedes tragam um bom protector solar, um chapéu para os seus passeios, óculos de sol e roupa que assegure alguma protecção se decidir passear a pé (o Lodge tem uma pequena loja onde pode adquirir alguma coisa que se tenha esquecido…).

Doenças Tropicais

Nuarro (e Moçambique) não são zonas livres de Malária, mas têm sido tomadas medidas para controlar a incidência junto da população local. A propagação de mosquitos é controlada no Lodge através de controles de saúde e higiene. Todos os chalets têm redes nas janelas e portas, assim como redes mosquiteiras a cobrir as camas. Óleos essenciais naturais (como a citronella) são pulverizados diariamente para desencorajar a ocorrência de mosquitos no Lodge.

A profilaxia da malária é recomendada para hóspedes em estadias curtas (2 a 3 semanas) assim como a vacinação para a maior parte das doenças tropicais. Antes de viajar consulte o seu médico de família para mais informação.

Moçambique

Moçambique está localizado no sudeste de África e tem uma população de cerca de 25 milhões de habitantes. Tem fronteiras terrestres com o Malawi (1.569 km), África do Sul (491 km), Suazilândia (105 km), Tanzânia (756 km), Zâmbia (419 km) e Zimbabwe (1.231 km). A capital é Maputo, antes denominada de Lourenço Marques.

O clima varia entre o tropical e o subtropical, o Trópico de Capricórnio atravessa o país e acima desta linha, oficialmente estamos nos Trópicos!

Com uma superfície total de 801.590 km2, dos quais 784.090 km2 são terra e 17.500 km2 água. A costa de Moçambique estende-se por 2.470 km , ao longo da qual se encontram algumas das mais belas praias de África.

O ponto mais baixo de Moçambique é o nível do mar (Oceano Índico) e o mais alto o Monte Binga (2436mts) junto à fronteira com o Zimbabwe na provínica de Manica.

Na fronteira com o Malawi, no noroeste do país, encontra-se o lago Niassa, um dos maiores lagos de África e que faz parte do Grande Vale do Rift.

Apesar de viajar em Moçambique ser relativamente fácil, com mais de 30.400 km de estradas, apenas pouco mais de 6.000 kms são asfaltadas. A utilização de viaturas 4×4 é recomendável, sobretudo na época das chuvas em que algumas estradas podem ficar danificadas e o trânsito difícil para viaturas ligeiras.

Dos cerca de 150 aeroportos e aeródromos de Moçambique, apenas 22 têm pistas asfaltadas e destes os principais são Maputo, Beira, Nampula, Tete, Pemba e Nacala (o mais próximo de Nuarro).

O primeiro europeu a chegar ao país que mais tarde se chamaria de Moçambique foi o português Vasco da Gama em 1498 no decorrer da sua viagem até à Índia. Nesta altura já se fazia sentir uma forte presença árabe na costa, sobretudo ao nível do comércio de bens e escravos. Com uma presença de algumas centenas de anos na costa, os árabes foram precedidos pelos povos Bantu que se tinham instalado há milhares de anos, provenientes de migrações do norte e do oeste.

Os portugueses impuseram o poderio europeu e edificaram portos e fortes ao longo da costa. Criaram aqui pontos de apoio para as rotas comerciais com o Oriente e rapidamente começaram também a explorar o interior em busca de ouro, marfim e escravos. O poder português foi delegado nos colonos e nos responsáveis administrativos que tinham autonomia conferida pela Coroa Portuguesa.

No início do século XX, grande parte do território de Moçambique era gerido por grandes companhias privadas (Cª de Moçambique, da Zambézia e do Niassa), com considerável autonomia e responsabilidade para desenvolver e criar infraestruturas no território que administravam.

Mais tarde as mudanças políticas ocorridas em Portugal com o Estado Novo alteraram o cenário com a extinção das Companhias e a criação das Províncias Ultramarinas, situação que se manteve até à independência em 1975. Apesar das políticas seguidas ao nível de desenvolvimento, quer de infraestruturas, quer da economia local, as aspirações das populações motivaram-nas a iniciar uma luta pela independência que as opuseram ao poder colonial e que só terminou com a revolução de 1974 em Portugal.

Após a independência, o país mergulhou numa guerra civil que deixou o país de rastos até que se pudesse chegar a um acordo para a paz. Em 1989, o partido dominante FRELIMO abandonou as políticas marxistas e, com a adopção de uma nova constituição, tiveram lugar em 1990 as primeiras eleições multipartidárias. No entanto, a paz só foi alcançada em 1992, com a assinatura dos acordos de paz sob a égide das Nações Unidas e da Comunidade de Santo Egídio.

Só então a RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana) e a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) assinaram a paz que pôs fim a mais de 15 anos de uma guerra civil que vitimou mais de 1 milhão de pessoas.

Felizmente para o turismo, o povo de Moçambique e o seu governo foram capazes de ultrapassar o passado e concentrarem-se em reconstruir o país que hoje é um dos com maior crescimento de toda a África.

Fazer turismo em Moçambique é ter a oportunidade de desfrutar de maravilhosas praias e ilhas, um local Património da Humanidade (Ilha de Moçambique) , arquitectura colonial, um povo e uma cultura muito acolhedores. Um país ideal para visitar e conhecer!

Ligações Úteis

Abaixo encontra alguns links de websites que poderão ser de interesse para si.

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